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terça-feira, 23 de julho de 2013

SAIBA MAIS: WIKIS...

MUNDO WIKI...


            É muito importante destacar o aspecto sobre a leitura a ser realizada na Wikipédia. Nesse sentido, trazemos a proposta de leitura de um artigo disponível na Internet. O texto é de autoria de Rafael Evangelista, sob o título “Wikis: é preciso aprender a ler”, que responde às críticas, feitas por Antonio Luiz Monteiro Coelho da Costa, repórter da revista Carta Capital, intitulado “Referência Fast-Food”, sobre o uso da Wikipédia como fonte de consulta escolar.
            Há outro texto importante que além da analisar como a wiki se estrutura e de como devemos lê-la, chega a propor e a descrever como usá-la nas escolas. Esse artigo, que se intitula “Num mundo wiki, uma escola idem”, é de autoria de Jaime Balbino.

Como Fazer? Veja como é fácil editar na Wikipédia...

EXPERIMENTE SER TAMBÉM UM AUTOR...



Agora sabemos que podemos ser autores também. Afinal, a Wikipédia não é livre? Por que não publicarmos algo sobre nosso local, nossos regionalismos (um projeto em língua portuguesa sobre as gírias da cidade)? Poderíamos também pedir aos alunos para avaliar se um determinado verbete está corretamente definido etc.
AVANCEMOS!

ATIVIDADE 5.4: Pesquisando na Wikipédia (01)

Wikipédia e a tecnologia Wiki




Pesquise na Wikipédia conceitos relevantes para o seu projeto integrado de aprendizagem. Depois escreva uma postagem no seu blog incluindo o link para o artigo da Wikipédia. 


Se você encontrar alguma coisa que considere interessante para algum outro projeto dos seus colegas, deixe um comentário no blog deles, assim você estará cooperando com os seus companheiros professores. Se sentir dificuldades não deixe de pedir ajuda.

OBS.:
Veja os endereços dos blogs no fórum 3.6 (falando sobre blogs) onde foram socializados os ENDEREÇOS dos blogs criados!

Atividade 5.3: Projeto Integrado de Aprendizagem (continuação)



 
            
Sabemos que atitudes cooperativas precisam ser aprendidas e valorizadas eticamente. É uma grande responsabilidade! Um grande desafio! Como vocês se sentem a respeito? Vamos falar sobre isso?  
  1. Nas nossas atuais práticas pedagógicas, estamos conseguindo ensinar nossos alunos a cooperar?  
  2. Como você percebe que a realização do seu projeto integrado de aprendizagem, o PIA, está lhe preparando para enfrentar esse desafio
Esse é mais um bom assunto para outra postagem no blog do Projeto. Que tal?

ATIVIDADE 5.2: falando sobre COOPERAÇÃO...


O ambiente mais saudável para o pleno desenvolvimento do indivíduo é um ambiente cooperativo



 A escola tem um papel essencial na promoção e desenvolvimento desse tipo de conduta. Nessa perspectiva, daremos ênfase à cooperação online.
      Compreende-se que apropriar-se do uso das redes de comunicação na própria prática poderá levar-nos, pouco a pouco, a construir uma nova relação com nossos alunos e com a sua comunidade.
      Nessa realidade, as relações cooperativas que se desenvolvem nas atividades coletivas devem ter destaque no planejamento pedagógico. Afinal, como disse Ramal (2000), o professor precisa transformar-se num arquiteto cognitivo, num dinamizador de grupos. O papel dos professores será o de traçar o cenário no qual as interações irão ocorrer, com a possibilidade de potencializar a aprendizagem, a convivência, o respeito mútuo etc. 

            
A experiência e capacidade crítica dos professores são, então, os principais recursos que as novas gerações necessitam para poder aprender a dar valor à cooperação e à solidariedade. E, desse modo, estarão preparados para participar significantemente na Sociedade da Informação/Conhecimento, que estaremos pensando e vivendo como Sociedade da Cooperação.

Ensinar a cooperar e a ser solidário presume aprender a conviver, trabalhando juntos e dividindo tarefas de forma equilibrada e justa. Um bom caminho é solicitar que nossos alunos realizem em grupos tarefas um pouco mais complexas nas quais eles precisem estabelecer metas e estratégias, além de escolher recursos e organizar a divisão do trabalho. Mas solicitar que realizem essas tarefas não será suficiente, precisamos estar preparados para ajudá-los

O professor tem um papel importante na mediação de todo o processo, orientando os alunos a resolverem seus conflitos de modo a tomarem consciência dos princípios éticos que estão em jogo a cada momento.

segunda-feira, 22 de julho de 2013

Texto auxiliar de Andrea Cecilia Ramal (da ATIV. 5.1)

O computador vai substituir o professor? 

O diálogo que vou propor nesta coluna é sobre a escola. Acho que precisamos conversar sobre isso. A Internet está trazendo consigo um novo modelo de educação, uma forma diferente de aprendizagem, e precisamos entendê-lo, apropriar-nos disso, ser protagonistas da mudança.
            Precisamos conversar principalmente porque a existência dessa grande rede nos faz pensar na escola que temos, ainda tão fechada, limitada, desconectada do mundo, da vida do aluno; ainda tão distante da realidade de imagens, sons, cores e palavras em hipermídia que constitui a nossa vida hoje.
            Precisamos conversar sobre nossos sonhos para a escola, pois, se vocês não sabem, há séculos, nós, pedagogos, acumulamos sonhos sobre a sala de aula.  Ivan Illich sonhava com uma educação que não fosse limitada às instituições, que formalizam tudo. Jean-Jacques Rousseau pensava numa escola que não corrompesse o homem, deixando simplesmente vir à tona o que temos de melhor. Jean Piaget queria que os níveis mentais fossem respeitados, sem pular etapas, para que não tivéssemos que aprender aos saltos, ou decorar o que não entendemos. Freinet sonhava com uma escola que permitisse o prazer, a aprendizagem agradável e divertida. Paulo Freire sonhava com um lugar em que o saber do aluno fosse valorizado, onde a relação vivida nas aulas fosse o ponto de partida para uma grande transformação do mundo. Goleman escreve sobre uma escola que permita desenvolver o lado emocional, que tenha espaço para as artes, a música, as coisas que, enfim, nos fazem mais humanos.
            Mas não soubemos concretizar muitos desses sonhos. Talvez ainda não tivemos tempo, porque era preciso primeiro preparar aulas, corrigir provas, anotar no quadro e nos cadernos tantas e tantas explicações.
            De repente, a tecnologia entra na escola e nos obriga a recuperar tudo isso. A presença da máquina leva todo professor a se perguntar: como é a minha aula? Do que decorre: será que o professor vai ser substituído pelo computador? E sabemos que a resposta é sim, não temos a menor dúvida.
            Explico: é que o pior de nós vai ser substituído.
            A nossa pior aula, o lado repetitivo, burocrático e por vezes até acomodado da escola, esse vamos deixar para o computador. Ele saberá transformar nossas exposições maçantes em aulas multimídia interativas, em hipertextos fascinantes, em telas coloridas e interfaces amigáveis preparadas para a construção do saber. Então poderemos, finalmente, ficar com a melhor parte, aquela para a qual não nos sobrava tempo, porque pensávamos que devíamos transmitir conhecimentos.
            Vamos receber de herança os sonhos de todas as outras gerações, redimi-los realizando tudo o que não puderam conhecer. Agora sim, está em nossas mãos a derrubada dos muros para fazer conexões com o mundo, a criação do espaço para a arte e a poesia, o tempo para o diálogo amigo, o trabalho cooperativo, a discussão coletiva, a partilha dos sentidos. Está em nossas mãos a construção de uma escola mais feliz, feita por mestres e alunos que saibam, juntos, propor links e janelas para a sala de aula, onde aprender não seja uma tarefa árdua e penosa, mas sim uma aventura.
            Então será preciso que cada mestre se despeça da figura de professor transmissor de conteúdos que há em si mesmo, e que os alunos abandonem seu papel de receptores passivos. Isso é o pior de todos nós, não nos daremos mais a conhecer assim.
            Vamos tentar construir juntos algo novo. É claro que nós, professores, vamos precisar de ajuda: os alunos saberão nos dizer como fazer. Será que eles aceitam ser nossos mestres? Acho que sim, é só por este próximo milênio. Nessa nova sala de aula, na verdade todos serão mestres.
            E, curiosamente, a gente vai aprender como nunca.

                                                                                               Andrea Cecilia Ramal

domingo, 21 de julho de 2013

ATIVIDADE 5.1: Reflexão e postagem no blog

O computador vai substituir o professor?
No contexto da Sociedade da Informação ou Conhecimento, tem sido recorrente o questionamento: “Será que o computador irá substituir o professor?”. Precisamos superar essa dúvida antes que possamos avançar. Assim, sugerimos a leitura da resposta elaborada por Andrea Cecilia Ramal (2000), presente no módulo e também postada.

Para auxiliar nas reflexões, apresentamos algumas problematizações que já podem orientar a leitura do texto:
  • O que caracteriza a sociedade atualmente está em consonância com o termo “Sociedade da Informação”?
  • Será que o computador irá substituir o professor?
  • Qual o papel do professor nesse novo contexto informacional?
  • Sugerimos que cada grupo escolha uma palavra para sintetizar a mensagem sobre a leitura realizada – escrevendo um pequeno texto explicando porque tal palavra foi escolhida. 
  • E cada membro do grupo deve publicá-lo em seu blog. Lembre-se de que a mensagem do blog deve contextualizar seus leitores, ou seja, é preciso citar o texto original ao qual se referem às reflexões e os participantes do grupo.
  • Carlos Nepomuceno: 
  • http://webinsider.uol.com.br/index.php/2009/04/01/a-sociedade-da-informacao-nao-existe.
  • Andrea Cecília Amaral:
  •       http://www.idprojetoseducacionais.com.br/artigos/Ler_e_escrever_na_cultura_digital.pdf

Saiba Mais (UNID. 5)

Sociedade da Informação e Sociedade do Conhecimento




Objetivos de aprendizagem desta Unidade de Estudo: e Prática


Ao final dessa unidade, esperamos que você chegue a:


  • 1. Refletir sobre a contribuição das redes digitais para a promoção de processos cooperativos de trabalho e aprendizagem.
  • 2. Compreender a estruturação e o alcance social das ferramentas de veiculação de conteúdo digital, refletindo sobre suas contribuições na elaboração de novas práticas pedagógicas.

  • 3. Aprender a incluir postagens de vídeos no seu blog.

Unidade 5: Cooperação (ou interação?) na rede

A Internet já não é mais um oceano desconhecido para você..

Você já navegou por vários dos seus mares e parou em vários portos. Aprendeu a ler as estrelas e usar a bússola e o GPS. Já até construiu o seu próprio ancoradouro onde outros navegadores já aportaram...
Com essas metáforas, queremos enfatizar suas conquistas e dizer que a construção do seu blog o coloca na condição de interagir e cooperar na Internet, além de abrir novas e importantes possibilidades pedagógicas. 
Agora, podemos tratar da relevância da cooperação e da interação na web para nossa sociedade em geral e, mais especificamente, para as nossas escolas. 


Vamos procurar entender porque cooperar é tão importante para o aprendizado e como podemos estimular essa conduta na rede...